segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Abyssus abyssum invocat



Sinto um enorme ódio de quando tu cospes palavras diligentes, um asco enorme por sua deplorável síndrome de redenção.

Os andares ficam cada vez mais longe, assim como minha pena pelo teu amor.

Meu caminhar é lento até seu andar, minha doença esta evoluída demais para correr.

E tenho presa para infectar-lhe, e, isso é um ato de não querer?

Minha intensa vontade de ter suas vísceras em um pedestal é um singelo ato de bem querer.

Deveras devesse deixar de ouvir seu pútrido parnasianismo, suas corruptas declarações de amor e planos sempre mal sucedidos.

Isso sim seria amor, libertação da solidão a dois que tanto me faz bem.

2 comentários:

Eduardo Oliveira disse...

Fiz um post sobre palavras e pensamentos negativos sobre ativo efeito na água. Se formos negativos,
um abismo sempre atrairá o outro sempre.

Sua visão está além da carne seca...no único país brasileiro do mundo.

Continue assim, no estágio para a evolução. Abraço

Eduardo Oliveira disse...

Nosso lirismo é muito diferente,
mas curto os tapas que você dá com as palavras, são extremamente necessários e fugazes!
E falando em diferença, acho que as diferenças edificam as igualdades

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