sábado, 16 de agosto de 2008

Último ato


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NOTA: Sem dúvidas esse é o meu pior "texto", mas não pude deixar de publica-lo

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Tu vens a mim e diz: “pai”, supre uma necessidade de dilacerar um peito.

Deixa-me implorar por uma igualdade desigual, que afunda construções.

Responsabiliza-me pelo orvalho que deixa de cair e pelo seu dia que não amanhece.

Diz-me: “filho meu” com ar de desgraça e mais uma vez se aproxima para arrancar fragmentos de vida.

Fazendo-me póstumo novamente e dando mais um sorriso elegante.

Um comentário:

Eduardo Oliveira disse...

Muito coeso!!

Lembra a Capela Sistina.

Abração parceiro!


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quem não comenta afoga a própria voz.

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