terça-feira, 15 de julho de 2008

plágio

Dê-me sua mão posso lhe ajudar

Confie-me sua fragilidade, posso lhe ajudar.

Conte-me um segredo, posso lhe ajudar.

Peça-me algo, posso lhe ajudar.

Acordei e percebi, mas tu mentias.

Fui verdadeiro, mas tu mentias.

Mentiu o tempo todo, mas tu mentias.

Falhei contigo, mas tu mentias.

Eu me lembro, porque dói.

Eu me penitencio, porque dói.

Eu te amaldiçoou, porque dói.

Você continua a sorrir, porque dói.

Agora saia do quarto, não quer lhe bater.

Mude de face, não quero lhe bater.

Saia sem falar, não quero lhe bater.

Leia um livro curto, doerá, não quero lhe bater e nem posso lhe ajudar.

Um comentário:

Eduardo Oliveira disse...

A Nasalidade foi proposital?

Ficou muito bom!

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